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9 de maio é dia da Bandeira de Jundiaí

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9 de maio de 2019
Bandeira tem um colorido que faz homenagens

Verde e azul predominam, mas há detalhes em vermelho e branco também. A roda dentada mostra que a indústria gira nossa economia. Até a uva tem espaço, a exemplo do rio Jundiaí. A Bandeira de Jundiaí é uma criação de Diógenes Duarte Paes e adotada oficialmente a partir de maio de 1961. Ela exalta o nosso rio, o campo verde e até as indústrias.

São diversos os detalhes, confira:

As cores são azul, verde e detalhes em branco e vermelho.

O campo verde recorda o velho “Mato Grosso de Jundiaí”, ao mesmo tempo em que simboliza a viticultura do município.

A roda dentada é o simbolo de seu parque industrial e o baluarte no centro, com o escudete, evoca Jundiaí como “Porta do Sertão”, assim como o nome de sua padroeira Nossa Senhora do Desterro.

Os dois milésimos – 1615 e 1655 -, lembram a fundação do povoado e sua elevação à vila, respectivamente.

A roda dentada é em vermelho porque assim reunindo-se sobre o verde, o vermelho e o branco, compôe-se o conjunto das cores da bandeira italiana, e desta forma fica constando uma homenagem para a colônia que tanto ajudou para o progresso da cidade.

A faixa azul claro representa o rio Jundiaí.

Data festiva

Desde 2013, a cidade tem o dia de sua bandeira. É em 9 de maio.

Quem foi

Diógenes Duarte Paes dá nome para a Pinacoteca Municipal, uma rua no Parque do Colégio e também de uma escola no Retiro. Ele nasceu em 1896 e se destacou como pintor, cenógrafo e caricaturista. Estudou nas escolas de Belas Artes de São Paulo e Rio de Janeiro, trabalhou em diferentes revistas e tem como grande trabalho o desenho do capacete de aço do soldado constitucionalista de 1932. Morreu em 1974.

Diógenes Duarte Paes foi o maior aquarelista da América do Sul. Dominava vários idiomas, pessoa sensível, com amplo conhecimento cultural e demonstrou vocação para a pintura já na infância.

Seu avô paterno era famoso por fazer pinturas das personalidades e santos religiosos. Seu tio também ficou famoso como pintor e cenógrafo, com as influências familiares. Aos 16 anos, Diógenes pintou o extinto Teatro Rio Branco.

Foi professor de taquigrafia e trabalhou como secretário, mas abandonou o emprego para seguir a carreira artística. Muitos dos quadros dele foram feitos na Praça da República, em São Paulo, ao ar livre, retratando a cidade – quando ficou conhecido como ‘pintor da cidade de São Paulo’.

Teve sucesso em exposições de obras que retratam temas folclóricos e costumes de Jundiaí em aquarelas. Faleceu aos 78 anos.
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