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Carlos Pasqualin, a cara da nossa teatralidade circense

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14 de novembro de 2017
A quarta-feira é de festa no Bar Natura pelo aniversário do ator, diretor e acrobata



Edu Cerioni

Carlos Pasqualin agora é um cinquentão, mas não espere que ele perca seu jeitão de criança, sempre fazendo caretas e espalhando diversão.

A quarta (14) marca seu aniversário, com festa no Bar Natura, a partir das 20 horas. Muita gente das artes vai se reunir em um grande abraço a esse pedagogo que é reconhecido na cidade por seus trabalhos no teatro e no circo.

Ator profissional, é o fundador do Grupo Performático Éos, onde exerce a função de diretor do repertório. Também é sócio da Gravidade Zero, com quem fez uma apresentação marcante nos 3 anos do JundiAqui, no Casa Cica Bar e Cozinha, dia 3 de outubro - uma performance de tirar o fôlego junto com Anderson Redressi e acompanhados de Ulisses Vertuan, Ana Loureiro e o músico Antunes Nasser.



O morador da Vila Arens e folião do Refogado do Sandi (tem até uma tatuagem do bloco no braço) é formado pela Escola de Teatro Célia Helena, da Capital.

Sua estreia nos palcos foi com a peça "Goodspell", em 1984, com direção de Darly Garcia. Dali, ganhou muitos outros palcos, tendo sido dirigido, entre outros, por Gianfrancesco Guarnieri.

Pasqualin fez parte do Grupo Satyros e ministrou aulas de caracterização cênica e interpretação no Teatro-Escola Macunaíma, também em São Paulo. Foi diretor do Teatro Polytheama e da Sala Glória Rocha entre 2011 e 2012, e coordenador do Núcleo Pedagógico da Universidade Livre do Circo, de 2005 a 2008. Ministra aulas de Teatro no Colégio Paulo Freire desde 1996.



Entre outros trabalhos, destaque para “Os Reis Preguiçosos” com a Cia Transe Express (Brasil/França). Esteve em "A Vida Como Ela É", "A Gata Borralheira", "Violinista do Telhado", "O Mágico de Oz" etc.

Está em cartaz como diretor de teatro de bonecos com "Quatro vezes Grimm, histórias animadas", em circuito do Sesi-SP.



2018 

O espetáculo apresentado no aniversário do JundiAqui fez tanto sucesso que vai render um projeto para o início de 2018.

Com uma atmosfera cigana, mambembe, que possa ser mostrado em qualquer espaço, lonas de circo, teatros, bares, ruas, vem aí uma parceria Éos, Gravidade Zero e Trupe Pling. Pasqualin adianta que vão surgir outros personagens misteriosos, além de manter a base do sanfoneiro, da marionete e do manipulador, bem como os equilibristas.
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