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Juliana Galdino e a insurreição feminina contra o poder e as regras sociais

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3 de maio de 2018
Club Noir estreia espetáculo "Fedra" nesta sexta-feira, em São Paulo

Juliana Galdino, atriz que começou carreira em Jundiaí e ganhou o prêmio Shell de Teatro, volta aos palcos de São Paulo a partir desta sexta-feira (4), com "Fedra".

Trata-se da versão clássica do autor francês Jean Racine (1639-1699) para a tragédia grega Fedra, escrita originalmente por Eurípides, agora em versão dirigida por Roberto Alvim, marido de Juliana. O espetáculo fica em cartaz até dia 27 no Sesc Pompéia.

A tragédia é o mito da insurreição feminina contra o poder e as regras sociais, na qual Fedra (interpretada por Juliana) é casada com o rei Teseu. Ela se apaixona por Hipólito, filho de seu marido. Quando Teseu é declarado morto na guerra, Fedra cria coragem e declara seu amor por seu enteado. Mas Teseu retorna e, ao descobrir a paixão incestuosa de sua esposa por seu filho, precipita uma série de eventos que conduzem o reino à catástrofe.

O texto de Racine imortalizou-se na História do Teatro, tendo sido encenado por alguns dos maiores diretores contemporâneos. A grande montagem brasileira foi realizada por Augusto Boal e protagonizada por Fernanda Montenegro em 1986.

Rua Clélia, 93 - Barra Funda. Horários: quinta a sábado, às 21h, e aos domingos, às 18h.
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