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No Sesc, dia vira mês do índio

Jundiaqui
10 de abril de 2019
"Abril Indígena" promove o respeito à diferença com contação de histórias, oficinas, shows...

O último Censo mostra que no Brasil vivem cerca de 305 etnias de índios, falantes de mais 274 línguas e dialetos, um povo que é destaque este mês no Sesc Jundiaí. Veja a programação:

Makunaicontos (Biblioteca, livre e grátis)

 

BOCA DA NOITE

O que será que acontece quando o sol mergulha no rio? Dois irmãos, Dum e Kupai, buscando respostas, sobem na laje do trovão, o lugar mais perigoso da aldeia! O medo aumenta quando o pai utiliza a expressão “boca da noite”, a boca que engole a noite. A história aborda a infância, da família, do cotidiano e da criatividade do povo Wapichana.

Dia 14. Domingo, 11h às 12h

A ONÇA E O FOGO

A história escrita por Cristino Wapichana resgata um bela lenda que narra o resultado do duelo travado entre a onça e o fogo em um tempo fantástico no qual os homens viviam em plena harmonia com os animais e a natureza.

Dia 21. Domingo, 11h

CEUCI - A VELHA GULOSA

Uma história de uma velha conhecia como Mãe do Pranto ou Ceuci, a velha gulosa. Ceuci devora tudo o que vê, mas nunca se farta. Um dia ela encontra um menino e, claro, deseja comê-lo assado. Leva-o para sua casa e enquanto vai buscar lenha, a filha de Ceuci, o liberta. A filha orienta o menino a fugir para o pé de uma árvore...Aí começa a fuga do menino e da filha de Ceuci, onde os dois vivem diversas aventuras, enquanto Ceuci, com seu canto assustador os persegue. Com Makunaicontos.

Dia 28. Domingo, 11h

Oficinas

INSTRUMENTOS MUSICAIS INDÍGENAS: MARACAS

Vamos aprender o processo de produção de utensílios sagrados e sua musicalidade. Neste primeiro dia, vamos conhecer as maracas, instrumentos utilizados em processos espirituais e de cura e para acompanhar cantigas. Com indígenas da região de Jundiaí.

Dia 13. Sábado, 14h30 às 16h, no Terraço Panorâmico | 20 vagas | livre | Grátis

 

INSTRUMENTOS MUSICAIS INDÍGENAS: APITOS

Nas oficinas de instrumentos musicais indígenas, vamos aprender o processo de produção de utensílios sagrados e sua musicalidade. Hoje, veremos como fabricar apitos, que são utilizados tanto para chamar pássaros como para comunicar-se com seres encantados. Com indígenas da região de Jundiaí.

Esta oficina será realizada durante a ‘Feira de Trocas’.

Dia 14. Domingo, 14h30 às 16h no Terraço Panorâmico | 20 vagas | livre | Grátis

 

PINTURA CORPORAL

Para os indígenas a pintura tem vários significados : proteção da pele, proteção de insetos, enfeite e até para proteger o espírito. As tintas são pigmentos naturais de sementes ou plantas e duram até dez dias na pele. Com indígenas da etnia Guarani.

Dia 20. Sábado, 10h30 às 12h no Espaço de Tecnologias e Artes | 30 vagas | livre | Grátis

ARCO E FLECHA

O arco e flecha para o povo Guarani tem um significado imenso, ligado a subsistência e nos dias de hoje também à sustentabilidade. Caça, pesca, meio ambiente, concentração, equilíbrio, esporte olímpico e cultura. Venha aprender a confeccionar seu arco e sua flecha. Com indígenas da etnia Guarani.

Dia 21. Domingo, 10h30 às 12h no Espaço de Tecnologias e Artes | 30 vagas | livre | Grátis

ARTESANATO

Pulseiras, brincos, anéis, tornozeleiras, instrumentos musicais são feitos pelos indígenas utilizando tudo que a Natureza dispensa. Por exemplos: palhas, penas, sementes, caroços, cipós e etc. Com indígenas da etnia Guarani.

Dia 21. Domingo, 14h às 16h no Espaço de Tecnologias e Artes | 30 vagas | livre | Grátis

Show

OZ GUARANI

O grupo de rap indígena é formado por jovens guerreiros guarani M’byá, residentes da Terra Indígena Jaraguám em São Paulo. As canções falam de resistência e de fortalecimento da luta indígena por seus direitos. A musicalidade do grupo é uma imersão na cultura Guarani sonorizada e entrelaçada entre os idiomas do português e a língua nativa. A música indígena numa manifestação musical popular contemporânea, trazendo uma nova leitura no recorte musical do Hip Hop.

Dia 18. Quinta, 17h30 no Terraço Panorâmico | livre | Grátis

Bate-papo

RESISTÊNCIA INDÍGENA: TERRA E FEMINISMO

A ideia é chamar atenção para os caminhos e possibilidades de resistência a partir de uma reflexão sobre feminismo, corpos e terras indígenas, papel da sociedade diante de um legado histórico de opressão e extermínio. Com Fabiane Medina da Cruz (AVA-Guarani, Mestre em Sociologia UFGD) e Oz Guarani (primeiro grupo de rap indígena de São Paulo).

Dia 17. Quarta, 19h na Biblioteca | 40 vagas | livre | Grátis

Vivência

TEKOA JAEXAA PORÃ

O canto e a dança para o indígena Guarani é a expressão do sagrado: a reza (gratidão a Nhanderu), celebração pela colheita, pelo plantio. Cantar e dançar para ensinar a história, o passado, os ensinamentos. Em 2017 o povo Guarani lançou um CD com seus cantos de celebração e irão nos mostrar um pouco de sua música e tradição. Com representantes do povo Guarani.

Dia 20. Sábado, 17h na Área de Convivência | livre | Grátis Divulgação

Av. Antonio Frederico Ozanan, 6.600, Jardim Botânico.
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