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Amizades e delícias da culinária jundiaiense

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28 de março de 2019
Por Guaraci Alvarenga

Apreciar a boa comida e o prazer de degustá-la é fonte de bem-estar. Digo que é sorte mesmo ser convidado algumas vezes por pessoas que nutrem, como verdadeiros master-chefs, esta gostosa paixão por cozinhar e reunir os amigos à mesa. Que me perdoem os chefs internacionais conhecidos, mas bom mesmo é...

Saborear a estrelada paella de frutos do mar do Pitico Raymundo, que é um deslumbre.

O picante camarão ensopadinho com chuchu do mestre Paulo de Luna.

A generosa macarronada do Inos Corradin.

O prato de resistência do Vanoil, um cordeiro no molho de alecrim.

Os incríveis risotos de Angela Rappa, rainha e cortesã da arte da culinária.

A bacalhoada de Pili Rodrigues.

A especial comida tailandesa de Tom Nando, o Fofão.

O quente vatapá de Vera Vaia.

A “pasta” no caldo do limão siciliano do dr. Marcio Nogueira.

A finíssima lasanha de Marília Higo do Prado.

A costela assada, na medida certa, do bom corintiano Viana.

A posta de robalo no azeite de Orides Russi.

O ceviche clássico de Ivone Nogueira.

Os incríveis canapés de Ciça Gasparoto.

O “tutu à mineira” da sempre colunável Elida Furtado (foto).

As porpetas do chef Cássio.

A suculenta feijoada do Nenê Cardoso.

O escabeche do Angelo Espanhol.

A salada de frutos do mar da bela Márcia Russi.

O especial omelete, gorgonzola, palmito e cebolinha do Getúlio Nogueira de Sá.

A apetitosa rabada com polenta brilhosa de Dona Quita Amadi.

A farofa de mandioca amarela do Ivan da Interglobe.

A pizza Marguerita do Esquerda.

A massa fina “a papalina” do Edu Kalaf.

A salada de camarões de Don Contursi.

O arroz carreteiro do Carlinhos Cocada.

O saboroso peixe na grelha do Cláudio Gomes.

Não há prazer maior do que comer estas iguarias. Esta turma sabe, como poucos, pilotar um fogão.

E para terminar, sem pecado da gula, o adocicado tabuleiro de Silene Paladino, com doces irresistíveis.

Aplaudo ainda o longo tempo de resistência e as delícias de casas tradicionais da cidade, como o pãozinho francês do Schiavi, o joelho de porco do Paulo Roberto Braga (Alemão da Marechal), o filé a parmegiana do Beira Rio, o torresmo "oleoso" do bar do Baiano, a coxinha do Dadá, o pastel do bar do Pedro, o kibe do Samir, os lanches do Mirim Dog, o file à Osvaldo Aranha do Chafariz, o bacalhau na brasa do Barão, a perna de cabrito tostada do Winner.

Quero acrescentar a toda esta gente e aos bares e restaurante o ingrediente do meu carinho, salpicado pela minha admiração e uma doce pitada de reverência. Irei juntar tudo e passar por uma peneira fina, até atingir a consistência dos laços que me possa chamá-los de queridos.

Guaraci Alvarenga é advogado/Foto: Edu Cerioni

 
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