Jundiaqui
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Sua majestade a Dobradinha 

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30 de julho de 2019
Pelo chef Manuel Alves Filho

Este foi meu almoço. Dobradinha! Um prato da minha infância, que meu pai preparava com certa frequência.

Na versão do velho Neco, a iguaria vinha invariavelmente acompanhada de polenta. E também de uma salada de folhas temperada com limão galego.

Refeição pungente e deliciosa. Eu me lembro como se fosse agora das considerações do meu pai sobre a refeição. Dizia ele: “Do animal sacrificado, temos que aproveitar até o casco”.

É o mesmo que os chefs afirmam atualmente, com outras palavras, de que é preciso respeitar o sacrifício do animal usando todas as suas partes, integralmente.

O velho Neco sabia das coisas do fogão e também da filosofia da boa gastronomia. 
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