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Atletas premiadas e modalidades contrariadas

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1 de outubro de 2018
Por Luis Cláudio Tarallo

Nestes últimos dias, tivemos duas premiações que deixaram os torcedores brasileiros muito orgulhosos.

Marta, do time Orlando Pride, dos Estados Unidos, recebeu pela sexta vez o título de melhor jogadora de futebol do mundo, pela FIFA, desbancando a norueguesa Ada Hegerberg e a húngara Dzsenifer Marozsán, ambas do Lyon da França.

Outra merecida premiação foi conquistada pela rainha Hortência como a melhor jogadora de todos os tempos dos Campeonatos Mundiais. Premiação da FIBA (Federação Internacional de Basquetebol), que foi realizada através de votos do mundo todo.

A brasileira desbancou nomes importantes no basquetebol mundial, como as norte-americanas Lisa Leslie, Sue Bird, Maya Moore, as australianas Penny Taylor e Lauren Jackson, a tcheca Hana Horakova e a russa Elena Baranova.

Na contramão das duas eleitas melhores do mundo caminham as modalidades que tanto contribuíram para esses resultados. Tanto o futebol feminino quanto o basquete feminino vivem momentos ruins dentro e fora de campo/quadra, pois não conseguem resultados expressivos, têm dificuldades de investimentos/patrocínios, problemas para a revelação de novos talentos, ficando cada vez mais distantes das grandes forças mundiais...

Na realidade o que temos é o grande desafio de reverter essa situação constrangedora que vivem as modalidades para voltar a desfrutar de sucesso e revelação de novos talentos, mas para isso existe a necessidade de reunir todos os envolvidos nas modalidades, que, aliás, são poucos gladiadores que ainda lutam para a continuidade do esporte, para juntos traçarem metas e objetivos. Não dá para continuar com poucos tentando inventar a roda, acreditando que sozinhos conseguirão resultados...

Vale a dica para os novos dirigentes e quem sabe o próximo título será: jogadoras e modalidades premiadas!

Luis Cláudio Tarallo é técnico do basquete feminino de Jundiaí

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