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Jundiaí foi campeã da Copa América com o goleiro Doni em 2007

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11 de junho de 2019
Ele fez só dez jogos pela seleção, o suficiente para pegar dois pênaltis contra o Uruguai e comemorar o caneco em cima da Argentina

Doniéberson Alexander Marangon, mais conhecido como Doni, 39 anos, escreveu o nome de Jundiaí na história da Copa América de Futebol, que terá nova edição a partir desta sexta-feira (14), com jogos aqui no Brasil.

Se agora o time de Tite tem obrigação de ganhar a disputa, 12 anos atrás foi diferete com Dunga e seus comandados, até porque aseleção não contou com os maiores craques do momento, Kaká e Ronaldinho Gaúcho.

A disputa de 2007 foi na Venezuela e o Brasil sagrou-se campeão depois de ganhar nos pênaltis do Uruguai nas semifinais e superar a Argentina na decisão - um adversário de respeito com Riquelme, Carlos Tevez e o jovem Lionel Messi. Diante do seu maior rival, o Brasil teve a sua melhor atuação na Copa América e acabou atropelando por 3 a 0.

Entre os convocados por Dunga para a disputa da Copa América, o goleiro Doni foi um dos mais questionados pelos torcedores. Inicialmente reserva, acabou conquistando nos treinamentos a vaga de titular e acabou surpreendendo. Na disputa de pênaltis na semifinal diante do Uruguai, o goleiro foi decisivo ao pegar duas cobranças, de Lugano e Forlán.

Doni abandonou a carreira em 2013, após exames médicos constatarem problemas de arritmia cardíaca. Quando era jogador do Liverpool, Doni correu risco de morrer quando o seu coração parou por 25 segundos durante uma bateria de exames. Dono de uma escola de esportes em Ribeirão Preto, defendeu ainda a Roma e o Corinthians.

Na Seleção Brasileira foram 10 jogos, com 6 vitórias, 2 empates, 2 derrotas e 11 gols sofridos nas 35 convocações, inclusive com presença na Copa do Mundo de 2010.

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