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O mutante Corinthians

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11 de maio de 2018
Por Marcel Capretz

 

O Corinthians nesses 16 meses com o técnico Fábio Carille no comando teve alguns jeitos de jogar distintos.

Começou o ano de 2017 usando muito bem a alcunha de 'quarta força' e fez disso sua linha mestra para se defender com extrema excelência e ser letal no contra-ataque. Dessa maneira ganhou o Paulistão e fez um primeiro turno inesquecível no Brasileirão.

Mas o ambiente mudou e os adversários entenderam que era melhor dar a bola aos corintianos e não tentar atacá-lo. Foi necessário, então, o Corinthians desenvolver ideias ofensivas para ter mais opções visando furar os bloqueios. Foi aí que as triangulações laterais capitaneadas por Fágner pela direita e por Guilherme Arana na esquerda mais as saídas da área de Jô para Jadson, Maycon e Rodriguinho infiltrarem por trás ganharam vida.

O ano de 2018 começou e Carille se viu sem Jô e Arana. Duas peças e duas funções que dificilmente seriam repostas a altura. Veio então a feliz ideia de não jogar com centroavante, centralizando Jadson e Rodriguinho. Esse conceito foi aplicado pela primeira vez no clássico contra o Palmeiras ainda na fase inicial do Paulistão e Róger Machado ficou atônito. Não soube como responder a esse estímulo. Em decorrência disso, o Corinthians faturou mais um Paulistão.

E eis que chega mais um ponto em que Carille terá que criar algo novo. As lesões de Fágner, Ralf, Renê Júnior e Clayson mais a saída de Maycon e a chegada de Róger indicam que novos elementos e novas interações serão criadas. Porque no futebol uma simples mudança pode causar uma nova ordem em toda a equipe. E pelo histórico de Carille dá para esperar coisa boa pela frente.

Marcel Capretz é comentarista esportivo
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