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Poupar ou não jogadores?

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2 de dezembro de 2019
Por Luis Cláudio Tarallo

Uma das grandes polêmicas que surge no esporte de maneira geral é a necessidade ou não de poupar jogadores durante as duras e longas temporadas, principalmente depois que um treinador estrangeiro conseguiu importantes conquistas e zela pela titularidade sem a necessidade de trocas e descansos.

Baseado sempre na ciência determinada pelos fisiologistas e equipe técnica das equipes, os treinadores sempre foram orientados para não repetirem os mesmos jogadores em todas as partidas.

Exemplo de sucesso desse modelo foi o Palmeiras do Felipão, campeão Brasileiro em 2018, que praticamente jogava com diferentes jogadores em todos os jogos.

Todavia surge, agora em 2019, o técnico português Jorge Jesus, do Flamengo, que joga por água abaixo todas as premissas deste polêmico assunto, pois com os títulos dos principais campeonatos, como o Brasileirão e a Libertadores, sem praticamente poupar a equipe e jogando com uma intensidade que há muito tempo não se via no futebol nacional, leva a todos os especialistas e torcedores a discutirem qual estratégia é melhor.

Para incrementar e potencializar a discussão, a NBA, que organiza o principal campeonato de basquetebol do mundo, praticamente obriga todas as equipes a jogarem com todos os principais atletas, proibindo o descanso e o “poupar”.

Polêmica que surge também entre as equipes e principais atletas da NBA, pois na realidade foi uma imposição baseada no contrato das emissoras de TV, como ESPN, ABC e TNT, que somando chega próximo a 24 bilhões de dólares.

LeBron James se coloca a favor de jogar sempre, pois sempre atua, exceto quando se encontra lesionado, mas jogadores como Kevin Durant rebatem com forte crítica, pois defendme o LOAD MANEGEMENT (gerenciador de carga dos atletas).

Polêmica instalada, vale aguardar os próximos capítulos que o esporte nos oferecerá para tomarmos ciência de qual caminho é o melhor.

Luis Cláudio Tarallo é técnico de basquete
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