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Sem arbitro de vídeo no Brasileirão. E alguém achava que teríamos?

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6 de fevereiro de 2018
Rafael Porcari



Era bola cantada: a CBF não queria o árbitro de vídeo no Brasileirão (na verdade, NUNCA QUIS).

Quando Marco Polo Del Nero criou o “Departamento de Desenvolvimento de Árbitro de Vídeo” e realocou Sérgio Correa da Silva, o ex-chefão do apito, para presidir essa nova seção, era visível que não queria perder seu homem de confiança que estava na Comissão de Árbitros até aquele momento. Trouxe então o Cel Marcos Marinho, outro braço direito dele, para mandar na arbitragem nacional, e assim poder ter o controle dos rumos da categoria (que é totalmente submissa à CBF, embora ela não reconheça os árbitros como funcionários).

A verdade é: há dois anos a CBF diz ser pioneira na idealização do árbitro de vídeo, prometeu por inúmeras vezes colocá-lo na ativa e fez isso para tergiversar outros problemas que realmente deveriam ser discutidos.

Agora, ao propor que os clubes arcassem com as despesas do árbitro de vídeo, era lógico que teria a negativa das agremiações. E foi isso o que aconteceu: pelas enésima vez, adiou-se o árbitro de vídeo!

Quem acompanha minhas postagens está cansado de saber: a cada anúncio de VAR  (sigla em inglês de video assistant referee), dizemos que é mentira. E, de fato, tem sido.

Rafael Porcari é professor, comentarista esportivo e consultor sobre arbitragem. Veja mais em seu blog

 
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