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Técnicos ou jogadores: quem são as grandes estrelas?

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24 de dezembro de 2018
Por Luís Claudio Tarallo

A grande discussão no futebol nacional é sobre a escassez de craques no país mais revelador da história mundial, todavia, estudos buscam por uma resposta cada vez mais longínqua.

Muitos acreditam que o crescimento e o desenvolvimento urbano contribuem para a limitação de campos e espaços para as crianças e jovens se concentrarem para a prática futebolística.

Outros classificam como inibidores do desenvolvimento de craques as novas tendências da educação física escolar que não mais seguem as abordagens tecnicista, ou infelizmente em muitas unidades da educação nem sempre é oferecida aos alunos.

Obviamente que não poderemos deixar de citar os que creem que a nova geração mais conectada no mundo touch se afaste cada vez mais da prática esportiva.

Enfim, esses e outros itens são projetos de estudos da falta de craques, além dos motivos mais específicos na formação dos atletas no mundo do futebol, como, por exemplo, a ênfase maior na parte física e tática do que fundamentos e criatividade de novos recursos de habilidades.

Hoje, muitos acreditam inexistir a presença de craques nos maiores campeonatos nacionais e sim somente de bons jogadores e com toda esta contextualização a torcida dos pequenos, médios e principalmente grandes times buscam talvez na esperança de “salvar a pátria” o treinador e não mais o grande jogador.

Profissão das mais vulneráveis, todavia, das mais bem remuneradas, aumenta com isso o nível de expectativas, mas também de revolta caso o sucesso não seja alcançado.

Na atualidade os grandes nomes das principais equipes talvez sejam os técnicos como Palmeiras/Felipão, Grêmio/Renato; Flamengo/Abel Braga e agora recentemente contatado para assumir o Santos o argentino Sampaoli.
Por isso respeitáveis leitores, a pergunta continua: quem são os grandes craques hoje, jogadores ou técnicos?
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