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Uva simboliza cidade sustentável em Jundiaí, diz Alvarez

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19 de janeiro de 2018
Para o principal coordenador da Festa da Uva poucas cidades desse porte conseguiram esse equilíbrio

O principal coordenador da Festa da Uva, Eduardo Alvarez, afirmou que o surgimento da Niagara Rosada que deu origem ao evento marcou em plena fase de industrialização da cidade o símbolo de um modelo correto de desenvolvimento que busca uma cidade mais sustentável.

“Poucas cidades desse porte conseguiram esse equilíbrio”, acrescentou ao lembrar que ao lado da tradição o agronegócio se modernizou com tecnologias do século 21. E destacou que continuam avançando processos como de identificação geográfica, usada em diversos países, para valorizar ainda mais a origem dessa uva na região.

Ele aponta a evolução da festa como uma cooperação entre os diversos setores de governo e também da própria comunidade.

“Apesar de vivermos uma fase de muitas dificuldades avançamos em parcerias e esperamos novos avanços neste ano, como no trabalho conjunto com a educação para difundirmos a valorização do consumo de produtos locais”.

Outros pontos citados são inovações nas rotas turísticas (e sua ampliação) e serviços (como inspeção municipal ou selo de qualidade nas feiras). Ele acredita que ao lado das prioridades em saúde, educação e segurança a cidade tem uma força na busca da qualidade de vida – e isso envolve seus governos, como atualmente nas mãos do prefeito Luiz Fernando Machado.

Embora não tenha citado diretamente o tema, Eduardo Alvarez é apontado na função de gestor de agricultura, abastecimento e turismo como principal interlocutor do debate sobre um futuro pagamento de serviços ambientais a agricultores por seu colega Sinésio Scarabello Filho, gestor de planejamento e meio ambiente.

“Temos aqui perto o caso de Louveira, que conseguiu criar um programa de remuneração da fruticultura e outro para serviços ambientais. Mas o PIB per capita deles é bem maior que o nosso, teríamos que adaptar isso”, comenta Sinésio, que coordena o debate da conservação da zona rural no Plano Diretor e aponta prioridade atual para o controle sobre loteamentos clandestinos.

São questões de fundo. Em primeiro plano, está o fato de que a festa proporciona um reencontro da cidade consigo mesma – o que, para visitantes de outros lugares, é um encanto para os sentidos do visual, do sabor, dos sons, das texturas e dos aromas.

Por José Arnaldo de Oliveira

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