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Rota do Vinho estreia com brindes, é claro

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3 de março de 2018
Festa com degustação da bebida marca lançamento do novo projeto turístico de Jundiaí

Edu Cerioni

O lançamento da Rota do Vinho de Jundiaí coincide com um importante momento: a liberação pelo Ministério da Agricultura para o registro de uma nova bebida feita aqui, o Espumante Niagara. E ele, mesmo em produção experimental, foi aprovado por dezenas de pessoas na noite desta sexta-feira (21) no Sesc Jundiaí.

"Se preparem gaúchos, que o vinho de Jundiaí pede passagem", disse Eduardo Alvarez ao final de seu discurso, que agradou aos produtores de vinho da cidade. "Agora são seis rotas e queremos que os turistas venham e fiquem mais tempo aqui, girando mais dinheiro", falou o gestor de Agronegócios e Turismo, para alegria do pessoal das adegas, de hotéis e outros.

A Rota do Vinho nasce reunindo 21 adegas, que se junta às rotas da Uva, Terra Nova, Traviú, Castanho e Centro Histórico.

O primeiro passo foi apresentar um site e agora virão ações para atrair mais paulistanos e o pessoal de outros estados que até hoje veem Jundiaí como Terra da Uva mas que buscam por São Roque quando querem vinho.



"Vamos impulsionar o enoturismo. Nossos vinhos todos têm registro e, mais que isso, uma história em alguns casos centenária. O que vamos fazer é anunciar isso aos amantes do bom vinho",  explica Amarildo Martins, da AVA - Cooperativa Agrícola dos Produtores de Vinho Artesanal.A enóloga Ariana Sgarioni assegura que o vinho de Jundiaí tem uma ótima qualidade. Ela comandou a degustação no saguão do Sesc, que foi subindo de volume e de risos com o passar dos garçons.Com preço médio de R$ 20,00 a garrafa de 750 ml, segundo Martins mais em conta do que em São Roque, a expectativa é grande. "Tentamos fazer cada vez melhor para nós e também para quem compra", resumiu Rafael Sibinel, o veterano da turma.Aos 87 anos, foi saudado por todos. Foi junto com o filho Ricardo, que vem assumindo a produção e modernizando os processos. "Já fiz minha parte, desde 1940 produzimos vinho. Antes era mais no 'olhômetro',  na base do que a gente aprendeu com pai e avô. Agora, tem orientação de profissionais, tonéis de inox e outras inovações, mas o desafio é o mesmo: não perder o sabor e a qualidade". A Adega Sibinel produz cerca de 10 mil litros ao ano.

Com a certeza de que a Rota do Vinho nasce forte, Vera Vendramin, produtora do Caxambu, diz que Jundiaí tem condições totais de se estabelecer nesse competitivo mercado nacional do vinho.

A ausência sentida foi a do prefeito Luiz Fernando Machado.

Veja fotos: Fotos: Edu Cerioni

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