Jundiaqui
Jundiaqui

Celular foi rastreado, mas corpo segue debaixo da lama

Jundiaqui
12 de abril de 2019
Jundiaiense é uma das 65 pessoas que seguem desaparecidas em Brumadinho



"O celular dele foi rastreado e localizado na profundidade da lama, mas ainda não se conseguiu tirar o corpo".

A frase de Silvia Helena, mãe de Luis Felipe Alves, mostra bem que a esperança não é mais para que se encontre o jundiaiense com vida após a tragédia de Brumadinho, mas que se tenha um corpo para enterrar dignamente.

Depois de 78 dias do desabamento da barragem (em 25 de janeiro), a Defesa Civil de Minas Gerais diz que são 225 as mortes confirmadas no desastre da Vale do Rio Doce, sendo que 68 pessoas continuam desaparecidas, entre elas o engenheiro que será lembrado neste sábado (13) em sua cidade natal.

Silvia não foi a Brumadinho, optou por não ver o mar de lama que a cidade na região metropolitana de Belo Horizonte se transformou. Já o pai de Luis,  João Miguel, e o irmão, João Augusto, foram para lá e ficaram vários dias tentando ajudar nas buscas, tudo em vão.

A procura pelos desaparecidos prossegue e mobiliza nos últimos dias cerca de 130 bombeiros em mais de vinte frentes de trabalho e com cem máquinas pesadas ajudando na remoção de terra, lama e entulhos.

Foto: reprodução Facebook
Jundiaqui
Você vai
gostar de

Matemática divertida

Por José Renato Nalini

Niver de Raquel Cirino agita Casa Cica

Muitos amigos foram festejar idade nova da empresária na noite desta terça

Shelly Simon canta no Hard Rock Café de Hollywood 

Cantora curte temporada nos Estados Unidos, onde foi gravar um single

Louisiana oferece experiência que vai além da moda

Loja promove curadoria das melhores marcas de roupas e traz um mix versátil a Jundiaí
Jundiaqui
Artigos assinados não representam a opinião do site. Esse conteúdo é de responsabilidade exclusiva de seu autor.