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Nova geração de carros mais seguros tem peças feitas em Jundiaí e região

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28 de janeiro de 2020
Eles vão ser menos poluentes e mais econômicos também; é claro que os preços irão subir de patamar

O Volkswagen T-Cross é um exemplo da nova geração de carros brasileiros. No crash test, garantiu ótima pontuação (5 estrelas) por conta dos itens de segurança que carrega: o SUV tem seis airbags - frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina -, sistema Isofix de fixação de cadeirinhas, além de controles eletrônicos de estabilidade e de tração, duas salvaguardas que são avaliadas e ajudam a elevar a nota de um automóvel no programa de impactos. E Jundiaí e região estão ajudando nessa renovação da frota nacional que a partir de agora têm que oferecer obrigatoriamente itens tecnológicos que vão aproximá-los mais dos modelos globais.

Claro que grande parte dessas novidades vem de fora do Brasil, mas a produção local cresce. A participação de peças importadas nos carros brasileiros, que era de 20% em 2012, foi a 35% em média em 2018, uma alta de 75% no período - ainda não há dados de 2019. E duas empresas que se destacam nessa cruzada são a Joyson Safety System de Jundiaí e a Continental, de Várzea Paulista.

Segundo reportagem do "Automotive Business", a Continental (foto abaixo) conta desde maio do ano passado com uma linha dedicada à produção de sistemas de freio ABS com controle eletrônico de estabilidade ESC, antes exclusividade no país da Bosch. A capacidade inicial de produção de ESC é de 1 milhão de unidades ao ano. Testes indicam que o ESC reduz em até 38% o número de colisões traseiras.

Já a Joyson Safety System (ex-Takata), segundo o "Estadão", produz em Jundiaí airbags de cortina, o reforço nas laterais dos veículos para reduzir riscos de ferimentos em colisões laterais, comuns nos cruzamentos. A Joyson já produz vários tipos de airbags, cintos de segurança e aviso de cinto desafivelado. O principal item dos airbags, o gerador de gás, no entanto, segue sendo importado.

Com toda essa tecnologia, o carro popular não vai desaparecer, mas o segmento vai encolher, segundo as previsões de analista do setor automotivo.  E é claro que, ao receberem mais sistemas de segurança, conectividade e de melhora da eficiência energética, os carros vão ficar mais caros.
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Por Vera Vaia
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