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O amor tem muitas faces que o ‘Psiquê em Música’ ajuda a revelar

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27 de novembro de 2019
"A Dor de Amor que nos Toca" tem uma única sessão extra neste sábado, com convites limitados

"Dê palavras ao sofrimento; a dor da perda não fala. Murmura dentro do coração dolorido e o faz partir-se" (Shakespeare).

A dor de amar é uma experiência que pode nos congelar frente ao amor que se perdeu ou nos impulsionar para dentro de nós mesmos em um movimento de crescimento interior, de descoberta, de reencontro.
"Psiquê em Música: A Dor de Amor que nos Toca" é um convite à reflexão, um diálogo através da música popular brasileira, com Tom Nando ( voz e violão), Mil Taroba (voz) e a psicóloga Rita Cerioni na oratória.

O amor tem muitas faces e véus. O véu da vaidade, do desejo, das expectativas, da decepção, das escolhas, da partida. E Rita Cerioni convida que as pessoas entrem por detrás desses véus e reflitam sobre a universalidade da dor de amor que, de uma forma ou outra, as toca.

É neste sábado, dia 30 de novembro, a partir das 14 horas, no Koh Samui, com convites à venda por R$ 66,00, com direito a um delicioso café da tarde - compre aqui.

O projeto foi apresentado três vezes até agora e todas com ingressos esgotados - duas com "A Depressão em Versos e Notas". Essa será a única sessão extra de "A Dor de Amor que nos Toca", na qual Rita Cerioni mostra, entre tantos outros aspectos, que para Freud e o filósofo Schillier o amor é tão poderoso quanto a fome e faz mover o mundo.

"Psiquê em Música" tem o apoio do JundiAqui e traz canções especialmente escolhidas pela psicóloga Rita Nicioli Cerioni, mestre e doutora em Psicologia Clínica pela USP e professora da Unip Jundiaí, que servem de gancho para um encontro do ouvinte consigo mesmo. Tem vagas limitadas e é direcionado à população em geral para esclarecer diferentes questões à luz da psicanálise.
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