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Jundiahy de 400 anos – ou 8 mil

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18 de agosto de 2017
Por José Arnaldo de Oliveira

As colinas centrais de Jundiaí, que formam o centro histórico de Jundiahy marcado pelos rios Jundiaí, Guapeva e do Mato, viveram muita coisa nesse tempo em torno de 400 anos. Podem até ter sido 8 mil, se levarmos em conta os vestígios arqueológicos da região.

Os caminhos e as pessoas mudaram bastante, mas ainda estão aí o Largo do Pelourinho, o Largo da Matriz, a Estrada de Pirapora, o Largo Santa Cruz, a Estrada de São João, o Largo São José, o Largo São Bento, o Largo do Chafariz, a Barreira, a Ponte de Campinas, o Largo do Cemitério, a Companhia Paulista, a Ponte Torta, o Largo das Rosas, o Largo da Cadeia Velha, o Largo dos Andradas, a Esplanada Monte Castelo, a Argos, o Largo São Jorge, a Bela Vista.

Muitas coisas aconteceram nesse tempo todo, alegres ou tristes. Da escravidão à democracia, dos cavalos às bicicletas ou veículos, das feiras às lojas, dos circos aos cinemas, dos livros aos carnavais, das festas aos palcos.... e tome movimentos pela Serra, pelo Teatro, pela Uva, pela Cidadania, pela Vida.

Tive a sorte de viver muitas amizades nesse pedaço do planeta, além de ter estado em outros pedaços e ter voltado para reencontrar muitas delas. E penso que não somos Charlottesville e nem Aleppo, embora como Jundiahy estejamos na atual crise brasileira na qual nem emendas e nem distritões vão resolver. Lembrar que existe uma energia ainda maior que os poderes de momento é um apoio importante para os novos rumos.

Sejam 400 ou 8 mil anos, portanto, é algo maior do que até mesmo o centenário alcançado por alguns. Salve, Venâncio. Salve, Carlitos. Salve, Kiko. Salve, Maria. Salve, Anastácio. Salve, Helena. Salve, Profeta. Salve, Tomé. Salve, Geraldo. Salve, Vasco. Salve, Emílio. Salve, Ariosto. Salve, Mazzuia. Salve, Diógenes. Salve, Elio. Salve, Petronilha. Salve, Jundiahy.



José Arnaldo de Oliveira é jornalista e cientista político - veja mais no site Jundiahy
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