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Observar é preciso

Jundiaqui
2 de julho de 2019
Pelo Dr. Didi


" UM GRANDE MAL DOS DIAS DE HOJE É A IGNORÂNCIA, OU MELHOR DIZENDO, É A FALTA DE OBSERVAÇÃO E ATENÇÃO DAS PESSOAS!"


Não sei quem escreveu, mas achei interessante.

Fico observando o que dizem as pessoas sem primeiro raciocinarem.

Sou um observador que, às vezes, pensa alto e até fala sozinho.

Me chamam a atenção quando isso acontece.

Já ouvi: "Esta falando sozinho, tá ficando louco?"

"De médico e louco todos nós temos um pouco", respondo.

Como sou médico... (kkkkkkkk)

Gosto de viajar na janelinha.

"Chegou agora e já quer a janelinha?", disse o Romário sabe Deus para quem.

Mas não cheguei agora. Já estou aqui há um bom tempo.

Voltando à janelinha.

Em recente viagem à Amazônia, minha preocupação em estar na janelinha era ao olhar para baixo, ver se dava para observar o desmatamento.

Sei que minha observação é empírica, mas é brutal o que se vê do alto.

Principalmente nas terras do Mato Grosso.

Queimadas também chamam a atenção.

Não é "neurose ambientalista".

Outro fator que me chamou a atenção de viajante observador foi o empobrecimento de Manaus com a perda da borracha e a desativação da Zona Franca.

Ainda bem que três belas coisas temos por lá: a simpatia, a cortesia e a cultura manauara.

A beleza do "encontro das águas" dos rios Negro com o Solimões, formando o Amazonas, é qualquer coisa de louco.

O sabor da iguaria que é o tambaqui é sem igual.

Observar é preciso!!!

Já li e ouvi de muitas pessoas que "eles acabaram com suas florestas e agora querem que preservemos as nossas".

Observar é preciso. Quantificar também.

Qual o valor de uma Bacia do Rio São Francisco? Da Mata Atlântica? Dos rios e florestas da Amazônia?

Quantificar é preciso.

A neurose está em não ter uma proposta de governo para o que interessa ao brasileiro comum.

Saneamento básico que despolua os nossos rios.

Educação que nos faça entender e tirar proveito sustentável das nossas florestas.

Saúde física e mental para não se contaminar com o ódio e a intolerância.

Observar é preciso.

Quantificar é preciso.

Até!

Diógenes Augusto Archanjo da Silva, o Dr. Didi, é médico ortopedista
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