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O que é preciso de verdade para o país

Jundiaqui
29 de março de 2018
Por Douglas Mondo



A política é altamente necessária. Todos somos seres políticos. A questão é que vivemos num momento histórico muito difícil, onde se acha que a força vai salvar o país de sua condição de relações corruptas no exercício do poder para uma saudável condição de desenvolvimento social.

O que dá certo é o desenvolvimento da educação, com conhecimento e cultura para que o povo tenha massa crítica e possa participar da vida política do país.

É isso que o povo tem que exigir, investimento fortíssimo em educação.
Que o próximo presidente, quem quer que seja, tenha isso como meta de governo: investimento em educação.

Países que fizeram isso, saíram da condição de escravos do mundo moderno pata Nações ricas e poderosos, com indústrias de ponta e exportadoras de bens de consumo e tecnologia.

Não cabe mais sermos vorazes arrecadadores tributários e péssimos prestadores de serviços para o povo.

Não cabe mais termos um excelente PIB que não volta para a população. Ele tem que garantir o desenvolvimento do país e do povo.

Não cabe mais o altíssimo nível de corrupção política em que vivemos.

Não cabe mais sermos uma economia que está entre as 10 maiores do planeta e termos um péssimo serviço de saúde para a população.

Não cabe mais vivermos em constante medo e insegurança social.

Não cabe mais matarmos quem se dispõe a investir em seu pequeno negócio e não ter futuro algum. O pequeno produtor tem que ter garantia de seu negócio e não ser morto pelo Estado.

Não podemos mais apostar no medo, ao invés de apostar na livre iniciativa de homens corajosos que se dispõem a investir em qualquer meio de produção. Há que serem estimulados e garantidos em seus investimentos.
Só tem futuro o país que acredita em seu povo e em suas iniciativas.

É preciso acreditar no país e na livre iniciativa, com um Estado mínimo que assegura garantia de sobrevivência para os mais pobres e desvalidos.

É preciso acreditar no povo e em sua capacidade de vencer os obstáculos da vida e lhe assegurar o direito à saúde, educação, moradia, transporte público e segurança pública e social. É preciso a garantia de vida digna e possível de ser vivida socialmente.

Que o próximo presidente tenha isso em mente, para o futuro saudável do país.

Douglas Mondo é advogado
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