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Trio Purgante!

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1 de julho de 2018
Por Vera Vaia

A banda podre do STF, formada por ministros soltadores de bandidos, continua nas paradas de sucesso e nessa semana chegou disparado em primeiro lugar, batendo recorde de vendas de bilhetes de soltura para corruptos.

O trio “GILTOLEWANDO” (GILmar, TOffoli e LEWANDOwski) soltou, numa pancada só, dois condenados em segunda instância, ignorando a decisão tomada por eles mesmos. Réu condenado em segunda instância vai preso, sim senhor! Não foi assim que ficou decidido?

Mas para que servem as leis nesse país, némes?

Com essas e mais outras, esses senhores, soltaram o ex-tesoureiro do PP, João Cláudio Genu (joga bosta no Genu), condenado a 9 anos e 4 meses por corrupção passiva e associação criminosa, preso na Papuda desde maio e José Dirceu, condenado a 30 anos e 9 meses por crimes de corrupção, (re) preso há um mês, também na Papuda.

(Esses Ministros deveriam, pelo menos, se preocupar com o efeito sanfona que o físico desse condenado pode sofrer. Esse emagrece e engorda provocados pelas suas entradas e saídas da prisão, podem trazer danos irreversíveis ao seu corpinho atlético!).

Além desses desatinos, o tresloucado trio também rasgou a ação contra o deputado estadual Fernando Capez (PSDB-SP) que estaria envolvido com a Máfia da Merenda. Ele foi acusado de receber propina de uma cooperativa que fornecia suco de laranja para escolas estaduais de São Paulo, mas agora, graças a bondade dos nossos homens da lei, ele não deve mais explicações dos seus atos, a ninguém.

Viram? Afinal nem tudo acaba em pizza! Às vezes acaba em suco!

Querem mais? Então vamos lá! Em ritmo de Copa, e também de cozinha, sala, quartos e banheiros, a Turma de Segunda do STF anulou as provas encontradas na casa de Gleisi Hoffmann e de seu marido Paulo Bernardo. Eles consideraram ilegais essas provas obtidas na busca e apreensão ocorrida há dois anos, a mando de um juiz federal de São Paulo, na casa da senadora. Mas justificaram: as buscas foram determinadas porque estavam investigando Paulo Bernardo no envolvimento com desvios do Ministério do Planejamento (Operação Custo Brasil), mas a senhora Narizinho não estava metida nisso! Ah, bom! Agora tá explicado!

Vendo tudo isso, ainda toca ficar ouvindo a Globo perguntando que Brasil eu quero para o futuro? Lá vai minha resposta: quero um Brasil com a cara da Suíça, da Suécia, da Dinamarca, do Canadá... ou de qualquer outro país onde os mandantes não estejam ao lado da bandidagem!

Se isso não for possível, só me resta apelar ao Supremo! Ao outro, porém!

Vera Vaia é jornalista
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