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“Assédio” estreia com a jundiaiense Paula Possani

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19 de setembro de 2018
Ela faz o papel de Eugênia na nova produção que será lançada com exclusividade pelo Globoplay

Como o JundiAqui antecipou ano passado (confira), a jundiaiense Paula Possani é uma das vítimas de Roger Abdelmassih em "Assédio", uma obra ficcional que conta a história de uma rede de mulheres que se forma para denunciar uma série de abusos sexuais cometidos por um médico bem-sucedido e respeitado - dr Roger Sadala, interpretado por Antonio Calloni. A saga começa quando uma dessas mulheres rompe o silêncio e torna público o que até então era restrito ao consultório.

Na minissérie de Maria Camargo, com direção artística de Amora Mautner, a vida de cinco mulheres se entrelaça em meio a sonhos, frustrações, tristeza, superação, heroísmo e um desejo enorme por justiça. Elas tinham o sonho de ser mãe e encararam o grande desafio de tentar engravidar, mas acabaram nas mãos de um assediador.

Além de Eugênia (Paula Possani), a história tem Stela (Adriana Esteves), Maria José (Hermila Guedes) e Vera (Fernanda D’Umbra), todas iludidas pela figura do médico que até então era tido como referência na reprodução humana assistida. Conta ainda com Daiane (Jéssica Ellen), que trabalha na clínica, mas também sofre com assédio. Ao lado dessas mulheres está Mira (Elisa Volpatto), uma incansável jornalista que vai atrás obsessivamente de provas dos crimes cometidos pelo "doutor fertilidade".

A obra é livremente inspirada no livro “A Clínica: A Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih”, de Vicente Vilardaga.

Eugênia é casada com Ronaldo (Felipe Camargo) e opta por um tratamento para realizar um grande sonho. Eugênia convence o marido a ter mais um filho, afinal, o desejo inicialmente é apenas dela. Logo, procuram o melhor médico da região, o Dr. Roger. Como Ronaldo fez vasectomia após ser pai no primeiro casamento, e Eugênia deseja ser mãe, a saída para o casal é a fertilização in vitro. Ao acordar da anestesia, após a coleta dos óvulos, em 1996, Eugênia apresenta dores, algum sangramento e estranha a atitude do médico.

Ainda assim, confiante, ela volta para a segunda etapa do processo e entende o que aconteceu: é assediada pelo médico novamente, mas, dessa vez, consciente. Eugenia conta imediatamente tudo para o marido e, juntos, procuram um advogado, que aconselha que eles registrem o caso oficialmente para garantirem provas contra Roger.

O mesmo acontece com as demais, que vão levá-lo a julgamento e condená-lo à prisão.

A Globo também vai mostrar a série na TV aberta, mas ainda sem data confirmada.

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