Jundiaqui
Colunista:
Vivaldo José Breternitz
Jundiaqui

Vivaldo José Breternitz

Um alfaiate bem sucedido na Jundiahy de 1872

Por Vivaldo Jose Breterniz

5 mil gripados em Jundiaí

Isso foi no final dos anos 50 por conta de uma pandemia, segundo recorda Vivaldo José Brteternitz

Jundiaí e o jundiá estão no primeiro livro editado no Brasil

Em 1818, aqui era porta ao comércio do sertão

“Herói do Arroio de Avaí” está enterrado em Jundiaí

Estrada Velha Jundiaí-São Paulo foi aberta por presidiários

A tragédia de Leonardo Cavalcanti e o desmaio da eterna amada

Um túnel de ligação da Vila Rami ao Santa Clara

O professor Nelson Foot, um jundiaiense ilustre

Nos tempos em que a praça da Matriz tinha uma Fonte Luminosa

Em 1956, vereador brigava por ebulidor para fazer café

Jundiaí já teve o maior vinhedo do Brasil

Nos anos 60, Expresso de Prata fazia linha Jundiaí-São Paulo

A Jundiahy dos tropeiros

Jockey-Club Jundiaí: ouviu falar?

Paga-se recompensa por informações sobre atentado à Cia Paulista

1951: surgiam as vilas De Vecchi e São Paulo

Os quilombos de Jundiahy

Em 1950, Jundiaí se considerava a primeira do Brasil sem analfabetos

Há 80 anos, o medo por aqui era por conta da febre tifóide

Impactos da pandemia nas empresas de tecnologia

Nos tempos da Casa de Saúde Fratellanza Italiana

A história do ônibus desgovernado que desceu a São Bento em 1958

O dia em que a Baronesa de Jundiahy libertou seus escravos

Antonia, Pedro e Armando: triângulo amoroso que virou escândalo

Herói do túnel na Revolução de 32 foi esquecido por Jundiaí

Igreja de Vila Arens já sofreu com incêndio

200 mil contos de réis para o terreno do quartel

“Vício e Belleza” só para eles ou só para elas

O professor Napoleão Maia, um intelectual

Índios também foram escravos em Jundiahy

Em 1919, falha no fornecimento de energia prejudicava a Argos

Madame Carletti atendia as elegantes de Jundiahy nos anos 30

Tentar proibir fogos de artifício não é ideia nova por aqui

O último apito da Bragantina

Em 140 anos os trens que servem Jundiaí só pioraram…

Quase perdemos o Solar do Barão em 1969

Hoje se esquece até drone no trem; antigamente era chicote…

O Restaurante das Carpas

Nazistas em Jundiaí

O trem com restaurante e o filé inesquecível

Um prefeito que foi além de nossas fronteiras

Promessa de ligar Jundiaí a São Paulo de trem em meia hora vem de 1934

Singer e Vigorelli ajudaram a costurar a história de Jundiaí

Jânio proibiu o rock! E nossos vereadores aplaudiram…

Padre Paulo de Sá Gurgel, grande educador e ser humano

Casa Independência deu lugar ao primeiro “arranha-céu”

Diógenes Duarte Paes, um grande artista da nossa terra

A casa da família Messina e a Cica

Banco trouxe primeiro elevador para Jundiaí, isso em 1945

Da Capela Pai Manoel para Paróquia Nova Jerusalém

1952: pasteurização do leite é obrigatória em Jundiaí

Câmara de Jundiaí: pura perda de tempo

Revolução de 32: rádio transmissor apreendido e dono preso

Vereador queria demolir o Solar do Barão

Cadê o médico que deveria estar aqui? O tifo espantou!!!

Mais de cem anos de tradição: da padaria São Sebastião ao Dadá

Duratex de Jundiaí foi inaugurada em março de 1956

Os quartéis da 2ª Cia de Comunicações

Em 1934 acontecia nossa primeira exposição vitivinícula

Celular na mão? Aqui você vai voltar pra fila da telefonista décadas atrás

Hammond ganhou a Ordem da Rosa por seu trabalho na ferrovia

O footing e o cinema

Crime passional ou suicídio?

“Volúpia satânica de matar o povo à fome”

A Cica e os Figos Ramy – Doces lembranças

Revolução de 1932: Jundiaí bombardeada por avião de Getúlio

Alexandre Siciliano, a Cia Mechanica, o gasogênio e a Sifco

Jundiaí já teve um prefeito assassinado

Martinelli: um craque que marcou história

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