Jundiaqui
Colunista:
Vivaldo José Breternitz
Jundiaqui

Vivaldo José Breternitz

Um túnel de ligação da Vila Rami ao Santa Clara

Por Vivaldo José Breternitz

O professor Nelson Foot, um jundiaiense ilustre

Por Vivaldo José Breternitz
Jundiaqui

Nos tempos em que a praça da Matriz tinha uma Fonte Luminosa

Em 1956, vereador brigava por ebulidor para fazer café

Jundiaí já teve o maior vinhedo do Brasil

Nos anos 60, Expresso de Prata fazia linha Jundiaí-São Paulo

A Jundiahy dos tropeiros

Jockey-Club Jundiaí: ouviu falar?

Paga-se recompensa por informações sobre atentado à Cia Paulista

1951: surgiam as vilas De Vecchi e São Paulo

Os quilombos de Jundiahy

Em 1950, Jundiaí se considerava a primeira do Brasil sem analfabetos

Há 80 anos, o medo por aqui era por conta da febre tifóide

Impactos da pandemia nas empresas de tecnologia

Nos tempos da Casa de Saúde Fratellanza Italiana

A história do ônibus desgovernado que desceu a São Bento em 1958

O dia em que a Baronesa de Jundiahy libertou seus escravos

Antonia, Pedro e Armando: triângulo amoroso que virou escândalo

Herói do túnel na Revolução de 32 foi esquecido por Jundiaí

Igreja de Vila Arens já sofreu com incêndio

200 mil contos de réis para o terreno do quartel

“Vício e Belleza” só para eles ou só para elas

O professor Napoleão Maia, um intelectual

Índios também foram escravos em Jundiahy

Em 1919, falha no fornecimento de energia prejudicava a Argos

Madame Carletti atendia as elegantes de Jundiahy nos anos 30

Tentar proibir fogos de artifício não é ideia nova por aqui

O último apito da Bragantina

Em 140 anos os trens que servem Jundiaí só pioraram…

Quase perdemos o Solar do Barão em 1969

Hoje se esquece até drone no trem; antigamente era chicote…

O Restaurante das Carpas

Nazistas em Jundiaí

O trem com restaurante e o filé inesquecível

Um prefeito que foi além de nossas fronteiras

Promessa de ligar Jundiaí a São Paulo de trem em meia hora vem de 1934

Singer e Vigorelli ajudaram a costurar a história de Jundiaí

Jânio proibiu o rock! E nossos vereadores aplaudiram…

Padre Paulo de Sá Gurgel, grande educador e ser humano

Casa Independência deu lugar ao primeiro “arranha-céu”

Diógenes Duarte Paes, um grande artista da nossa terra

A casa da família Messina e a Cica

Banco trouxe primeiro elevador para Jundiaí, isso em 1945

Da Capela Pai Manoel para Paróquia Nova Jerusalém

1952: pasteurização do leite é obrigatória em Jundiaí

Câmara de Jundiaí: pura perda de tempo

Revolução de 32: rádio transmissor apreendido e dono preso

Vereador queria demolir o Solar do Barão

Cadê o médico que deveria estar aqui? O tifo espantou!!!

Mais de cem anos de tradição: da padaria São Sebastião ao Dadá

Duratex de Jundiaí foi inaugurada em março de 1956

Os quartéis da 2ª Cia de Comunicações

Em 1934 acontecia nossa primeira exposição vitivinícula

Jundiaí e o jundiá estão no primeiro livro editado no Brasil

Celular na mão? Aqui você vai voltar pra fila da telefonista décadas atrás

Hammond ganhou a Ordem da Rosa por seu trabalho na ferrovia

O footing e o cinema

Crime passional ou suicídio?

“Volúpia satânica de matar o povo à fome”

A Cica e os Figos Ramy – Doces lembranças

Revolução de 1932: Jundiaí bombardeada por avião de Getúlio

Alexandre Siciliano, a Cia Mechanica, o gasogênio e a Sifco

Jundiaí já teve um prefeito assassinado

Martinelli: um craque que marcou história

Em 1818 Jundiaí já mostrava sua vocação…

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