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Ana Maria Loureiro amplia espaços na dança e no circo

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30 de janeiro de 2020
 

Conheça um pouco da história dessa jundiaiense

José Arnaldo de Oliveira

Entre a dança e o circo, a jundiaiense Ana Maria Loureiro cresce no universo artístico. Vencedora do quadro “Me Engana Que Eu Gosto” (do Faustão) em um trio de trapezistas, tem percorrido lugares como o Chile ou o teatro paulistano Alfa com a companhia Universo Casuo - e esteve na Festa da Uva de 2019 com o cortejo da Trupe Pling.

Com a parceira Larissa Meneses, tem ainda a dupla aérea Lunia e Luna, que passa uma mensagem de confiança recíproca e irmandade na estética dos movimentos – e já guardam o primeiro lugar em Festival Nacional de Circo.

Graduada em educação física há três anos na Unicamp, seguida de pós-graduação em dança e consciência corporal na FMU, Ana encara o futuro com otimismo – talvez até em nível internacional.

Por enquanto vai dar aulas, no Clube Jundiaiense, e treinar muito. “A rotina é pesada, inclusive em datas, nesse privilégio de fazer arte”, diz. Além dos preparativos para uma nova turnê do Universo Casuo no espaço da Granja Viana, em Cotia, faz aulas em Campinas com a Companhia do Circo.



Se a anatomia fez parte da graduação e a criatividade da pós, os trabalhos trazem novos olhares. Como muitos jovens, gosta muito de Sandy & Júnior (foi ao show no Allianz) ou Anavitória – e séries como Sabrina ou Stranger Things. E livros como Guerreiros Não Nascem Prontos, de José Luiz Pejon, que afirma ter ajudado no choque cultural de uma viagem à Coreia do Sul.

Mas também aprendeu a amar a década anterior a si mesma, de 1980 – com ícones como Madonna e Michael Jackson – com os trabalhos na festa temática The History. E outros musicais que alcança por agências, como no recente seminário anual da Mary Key. Nesses desafios, valem o ecletismo no Coral Pio X ou o incentivo nos colégios Tableau e Pentágono, além das aulas recebidas ou ministradas na academia Art no Ar, onde esteve por quatro anos, e no campineiro Grupo Aéreos.



O ritmo da atividade ou a ansiedade na entressafra envolve ainda o equilíbrio na alimentação. Hoje vegetariana, ela teve reeducação com a nutricionista Lia Mancetti e depois foi para o método ayurvédico, que preza mais a digestão saudável – cuidando mais de evitar misturas do que as limitações radicais, dentro de cada biótipo. “Não é folhinhas. É o que faz bem para corpo, mente e espírito”, resume em um ar filosófico.

No trabalho, ela hoje vê mais importância na estética do momento do que nos truques mirabolantes. “Os efeitos bonitos permitem passar a mensagem grandiosa sobre o presente das relações, por exemplo”, afirma



Ela lembra que no trapézio de três ou quatro integrantes do Império das Auroras, que é um dos números onde participa (e que foi levado à tevê), outra participante de Jundiaí é Bruna Genovez, do Eleve, e o trabalho é orientado pela coreógrafa Michele – que foi do Cirque de Soleil – em uma imersão de semanas intensas em 2018.

“Ao verem um espetáculo pronto, a maioria das pessoas desconhece o tamanho da preparação e do treinamento constante. Mas o entendimento está melhorando”, diz.











Seja com Marcos Casuo, com Uli Vertuan e Carlos Paschoalin, com Ana Paula Atui e tantas outras pessoas, Ana Maria Loureiro passa gratidão e paixão pela arte e cultura. “É um caminho de dentro para fora”.

Fotos: Arquivo Pessoal
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