Jundiaqui
Jundiaqui

Caricatura de Tom Ribeiro é pura diversão

Jundiaqui
16 de outubro de 2017
Artista presenteou muitos convidados da festa de 3 anos do JundiAqui

Risca um olho daqui, puxa outro dali, estica uma orelha, entorta o nariz e... Caricatura é sempre uma opção divertida em aniversários, casamentos e todo tipo de festa. Nos 3 anos de JundiAqui, quem brincou com os convidados e brindou dezenas deles com sua arte foi Tom Ribeiro.



"Eu prefiro começar a desenhar pelos olhos, porque me dá uma noção melhor na hora de encaixar os outros elementos do rosto", contou o caricaturista, para quem existem pessoas mais fáceis de se desenhar, aquelas que têm características marcantes, ou seja, traços mais caricatos.

Tom Ribeiro é rápido no desenho. Leva de 3 a 5 minutos, em média, para entregar uma caricatura e a maioria dos retratados sai sempre com um sorriso no rosto.

Tom tem 35 anos e desde criança era craque dos desenhos, como já diziam seus professores. Gostou tanto da ideia que foi aperfeiçoando o traço e crescendo no meio artístico.

Ele faz trabalhos freelancer com ilustrações, desenhos realistas e caricaturas, conforme você pode conferir no instagram: @tomdesenhos. O contato é o (11) 95829-0978.

Veja também:

3º aniversário: JundiAqui festeja a alegria, a amizade e a vida

Toda a magia do niver do JundiAqui em fotos de João Ballas

A festa de 3 anos do JundiAqui pelo olhar de Marco Antonio Silva

Fotos de Tati Silvestroni nos 3 anos do site: alegria é geral

Tati Silvestroni vem com mais uma centena de fotos do nosso niver

Lígia Ballas nos brinda com fotos fantásticas dos 3 anos de JundiAqui


E ainda...


JundiAqui aniversaria e presenteia o Centro com poesias

 
Jundiaqui
Você vai
gostar de

Sodoma e Modorra!

Por Vera Vaia

Caravana Iluminada é festejada por toda a família em Jundiaí

Coca-Cola agitou a noite de sexta-feira e fez bonito ao apresentar um Papai Noel negro

Aglomeração é risco que agora pode gerar multar ou dar até cadeia

Em Jundiaí, 48% apenas estão em isolamento e isso fica bem abaixo do que o Estado vê como necessário

A política mata o futebol brasileiro

Por Marcel Capretz
Jundiaqui
Artigos assinados não representam a opinião do site. Esse conteúdo é de responsabilidade exclusiva de seu autor.