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Feliz 22

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10 de junho de 2021
Leia a história de Andriws e Daiane, vencedora do concurso de Dia dos Namorados da ACE Jundiaí

A Associação Comercial Empresarial escolheu "Feliz 22" como vencedora do concurso cultural “Dia dos Namorados - Sua História de Amor Vale Prêmios”. É a história do casal de professores Andriws Aparecido Teixeira Alves Barcaro e Daiane Cristina Vieira Barcaro. Confira:

Feliz 22

Você deve estar se perguntando o porquê de um relato e não uma seleção de fotos ou um vídeo? Pois bem, nós somos um casal bonito, aliás, somos uma família bonita. Eu ficaria muito admirado se alguém visse nossa foto juntos e dissesse o contrário. Mas, uma foto envelhece e vídeos podem perder a resolução com o tempo. Agora, uma história de amor bem escrita vence o tempo. E olha que nem precisa ter um final feliz, basta ser de amor, como, por exemplo, a tragédia de Shakespeare "Romeu e Julieta". Porém, a minha
história, quer dizer, a nossa história não acabou. Nossa história está muito viva e foi assim que começou...

Em 2002 eu a conheci, a Daiane é meu amor da adolescência, amor de escola. Li uma pesquisa uma vez que dizia que com 16 anos a probabilidade de já termos conhecido nosso grande amor é de 82%. A estatística funcionou comigo e eu tinha 14 anos quando bati meus olhos naquela moça do cabelo loiro e os olhos verdes. Da minha parte foi amor à primeira vista. Ela teve que olhar mais de uma dezena de vezes, mas foi conquistada pelo menino de nome incomum.

Do flerte até o casamento foram alguns anos, mas eu sempre vivi os melhores – e os piores também- momentos da minha vida ao lado dessa garota. Amor é decisão, e eu decidi entrar no Escort 1987 do pai dela e encarar pela primeira vez a Daiane como motorista. O carro morreu e a gente quase foi esmagado pelo ônibus da empresa em que o pai dela trabalhava. Se eu fiquei com medo? Claro! Mas fui, se acontecesse algo seria
comigo e com ela, com a gente. O pai dela estava no ônibus e viu, tomamos uma bronca e sobrevivemos.

Eu nunca havia estado com uma garota sozinho em um carro, eu nunca havia beijado ninguém antes da Dai. Eu nunca havia me sentido entregue, arrebatado. Como diz Drummond: “o amor bate na aorta”. E bateu. Ficou. Namorou. Casou.

A nossa conexão era tão certa que só poderia dar em casamento. Foi assim que no dia 22 de janeiro de 2011 a gente realizou nosso primeiro sonho juntos. Desde o começo somos apaixonados e ligados. Ela é capaz de preparar um suco de maracujá para mim sem que eu externe meu pensamento e o cafezinho dela pela manhã é feito por mim, ainda que eu não goste de café, só do cheirinho. Somos dois, somos um, somos três, aliás,
que página mais especial em nossas vidas.

Desde sempre eu dizia que queria uma filha loirinha igual ao meu amor, pedido efetuado com sucesso. A Alice veio numa manhã de sexta-feira, olhos verdes e cabelo loiro, não há quem não diga que é a carinha da mamãe. O mais impressionante é o fato da Alice ser nosso presente de casamento, também num 22, também em um janeiro só que de 2016 recebemos o melhor presente que um casal que se ama poderia receber: uma
filha, a nossa filha. Aquela história de que quando o amor não cabe em dois nasce um terceiro é bem verdade. E dia 22 em casa é comemorado o dia do amor, sempre acordamos nesse dia com um: feliz 22.

Eu realmente não consigo imaginar e nem projetar minha vida sem a Dai, ela é minha certeza em meio às dúvidas, meu coração fica alegre em saber que voltarei para casa e encontrarei aquela moça do cabelo loiro de braços abertos para receber meus abraços, eu vivo com saudades dela, mesmo morando na mesma casa. Eu desejo que todos na vida encontrem um amor assim. Eu abro todos os dias as redes sociais dela só para chegar no perfil e ler: Casada com você. Sim, eu me casei com meu primeiro amor. E eu
acredito muito na máxima que diz que o amor é como uma flor, devemos regá-lo para não morrer.

Portanto, vou comprar um presente para ela, afinal, dia 12 de junho é Dia dos Namorados e acho que ela adoraria ganhar um celular. É que ano que vem, queremos gravar um vídeo para quem sabe participar de algum concurso de histórias de amor. Vamos gravar e mostrar que somos tão lindos como um retrato de família na parede da casa da vó visto num almoço de domingo por toda família. Só não escolhemos o lugar para filmar, mas acho que Campos do Jordão seria ideal, não sei. A única certeza é de que
a Daiane é meu primeiro, único e inesquecível amor!

CONCURSO - A história de Andriws e Daiane foi a vencedora do primeiro lugar e o casal vai receber duas diárias em um hotel em Campos do Jordão, que poderão ser usadas até dezembro deste ano.

As outras duas histórias premiadas foram de Eduardo Borges De Carvalho e Vitória Ramos Crecco, que ficaram em segundo lugar e vão receber uma cesta de queijo e vinho oferecida pelo Casarão Importados, e Márcio Orikassa e Regina da Conceição Lima Orikassa, que ganharam um almoço oferecido pela Travitália Bar & Restaurante. Os três vencedores também receberão um kit presente oferecido pela Cereser.

A avaliação das histórias foi feita pela comissão julgadora formada por Rose Cereser, Beatriz Azevedo Castro e Wanderley Franco.

O presidente da ACE, Mark William Ormenese Monteiro, explicou que o concurso cultural foi "uma ação pensada com muito carinho, agradecemos a todos os participantes que compartilharam conosco suas histórias de amor."

Foto: reprodução Facebook

Clique aqui para ler as ouras duas selecionadas
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