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A mente de campeão de CR7

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18 de junho de 2018
Por Marcel Capretz

O ser humano se move basicamente em função de dois aspectos: ou fugir da dor ou buscar o prazer. Eu, você e toda a humanidade fazemos algo ou para nos afastarmos do que nos incomoda ou para nos aproximarmos do que queremos muito. Trazendo para o futebol, no início de carreira, por exemplo, basicamente um jogador luta ou para se afastar de uma vida difícil que ele não quer mais ou para se aproximar de uma agenda gloriosa de conquistas.

Sabendo disso, você acha que Cristiano Ronaldo faz o que faz para se afastar da dor ou para se aproximar da glória? Está mais do que evidente que é a segunda opção! E aqui ressalto que não há certo ou errado. O movimento humano em torno de objetivos exige esforços e a motivação depende da história, crenças e modo de encarar a vida de cada um.

Cristiano Ronaldo já foi o melhor do mundo em cinco oportunidades. Com o Real Madri já ganhou todos os títulos possíveis. Com a seleção de Portugal já venceu uma Eurocopa. Se ele parasse hoje de ganhar ele já seria um dos atletas mais vitoriosos de todos os tempos. Mas ele quer mais. Quer deixar um legado ainda maior. Quer se superar. Continuar atuando em alto nível, em excelência na mais alta performance que um profissional pode estar.

O atacante português tem uma fome de vitórias que o coloca como um grande expoente de um 'peak performer'. Esse conceito foi desenvolvido nos Estados Unidos, através do pesquisador Charles Garfield, que concluiu que pessoas que conseguem manter picos de performance por muito tempo possuem cinco aspectos marcantes: uma missão de vida motivadora, uma busca por resultados no momento presente, um mapa para como atingir o sucesso desejado, uma conexão diferenciada com pessoas e com o ambiente ao seu redor e uma capacidade acima da média de administrar suas próprias emoções e comportamentos.

Não é a toa que Cristiano faz o que faz. Ele é diferenciado. Sabe o que quer. Por isso não para de se destacar.

Marcel Capretz é jornalista esportivo
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