Jundiaqui

Paciência no esporte

Jundiaqui
22 de maio de 2018
Por Luis Cláudio Tarallo

Muitas questões relacionadas a paciência no esporte contrapõem com a prática existente, principalmente por parte de torcedores, dirigentes, alguns patrocinadores, ou seja, o resultado emergente é o que vale para o momento.

Vários projetos são claramente interrompidos devido a intolerância esportiva, como, por exemplo, técnicos de futebol que muitas vezes caem devido aos resultados da rodada e não pelo plano que está sendo executado.

No Brasil existem muitos clubes de futebol e outras modalidades que se encontram no aspecto financeiro desastroso, tentam e insistem em se fortalecerem no aspecto do imediatismo do resultado, todavia, o insucesso é iminente, aumentando sempre a dívida e a falta de conquistas.

Fato que é decorrente da cultura esportiva nacional, mesmo quando aparecem dirigentes que procuram executar projetos a médio e/ou longo prazos e acabam por desistir devido a pressão da torcida.

Algumas equipes conquistaram o resultando realizando um grande trabalho na contramão do imediatismo, graças a paciência. Um exemplo é a equipe 76ers de Basquetebol da NBA que abandonou a busca pelo resultado nas últimas temporadas, justamente por investir em jovens valores recrutados no draft, proporcionando uma equipe com baixo custo, mas com atletas promissores visando uma melhor posição no futuro. E foi justamente o que aconteceu para esse time que tem seu último título em 1983.  Chegou às semifinais da Conferência Leste, com um excelente trabalho do técnico Brett Brown - uma conquista após anos de dificuldades e perda de torcedores devido aos maus resultados,.

Será que alguma equipe teria a fria paciência esportiva em tolerar as pressões pelos resultados, justamente para investir num grupo jovem aguardando o amadurecimento para alçarem melhores resultados, mesmo com dificuldades financeiras? Dirigente e/ou patrocinadores aguentariam esperar?

Fica a questão: há paciência no esporte brasileiro?
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