Jundiaqui
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Vila italiana encanta visitantes da Festa da Uva

Jundiaqui
22 de janeiro de 2020
Espaço conta com encenações e é obrigatório para os visitantes que querem entender mais da nossa história

José Arnaldo de Oliveira

Os detalhes enchem os olhos. No pavilhão do parque, uma casa de colonos surge ao lado de algumas parreiras com uvas frescas. As frases italianas ou cançonetas enchem o ar. Móveis ancestrais emprestados por famílias de agricultores formam parte do ambiente. Na vila, o contato com geleias, massas e até mudas – além do pão, ali ao lado sovado na grande mesa. E agora também uma referência da igreja antiga do Traviú.

As paredes parecem sólidas e de época, mas o trabalho é feito com base em papelão. “É uma ilusão cênica, mas reforçada pela cooperação real das famílias e dos atores”, conta Juliana Fernandes, da JF Cenografia, que pela quarta vez cuida do espaço que é um dos focos de selfies dos visitantes.

O resultado é tão real que os atores e atrizes, em direção cênica do próprio gestor de cultura Marcelo Peroni, almoçam na própria casa do colono e o público interrompe pensando que não é verdade. Um turista italiano se emocionou muito no ano passado.

A vila, por outro lado, tem o mezanino (cênico) com o térreo de lojinhas das geleias da Clamar, os pães até de uva da Mazziero, os chocolatinhos da D´Viez, as massas da Ter Sorelle e as mudas de plantas do Herbário Jundiahy. “Eles também entram no clima”, afirma Juliana.

A história está presente nos paineis para se tirar foto em clima de colono, nos trilhos de trens pintados nas rampas, nos paineis dos ancestrais das famílias de agricultores, em veículos e equipamentos antigos. E agora, do lado oposto ao da vila italiana no pavilhão central, com o Cantinho da Rainha – uma homenagem às rainhas da Festa da Uva de Jundiaí desde 1934.

“No caso da casa do colono, da vila italiana e agora da miniatura da igrejinha, o importante para a sensação é a cor e a textura”, explica.

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