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Jundiaqui

 Pedro Gerum, de Jundiaí, ajuda a descobrir novos planetas na NASA
26 de novembro de 2021

Pedro Gerum, de Jundiaí, ajuda a descobrir novos planetas na NASA

“Fico muito feliz de poder fazer parte de um time que está ajudando avançar o nosso conhecimento do espaço!”

Pedro Cesar Lopes Gerum segue os passos de Duília de Mello e faz história na Nasa. Os dois nasceram em Jundiaí e ele trabalha para igualar ela e ganhar um lugar de destaque na agência espacial norte-americana.

Gerum publicou essa comemoração no Facebook: “Descobrimos planetas!
Depois de muito esforço em pesquisa, eu e um time fantástico de cientistas da NASA Ames desenvolvemos um modelo de deep learning capaz de classificar planetas em estrelas fora do sistema solar. Os resultados quentinhos confirmam que validamos mais de 300 exoplanetas que ainda não eram conhecidos!”.

O jundiaiense tem graduação em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos, além de mestrado e doutorado em Engenharia Industrial e de Sistemas pela Universidade de New Jersey.

Gerum fez seu doutorado em 2020 na Rutgers-New Brunswick e logo iniciou estágio no Ames Research Center da NASA, na Califórnia, que faz parte da missão TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da agência que coleta e analisa dados sobre exoplanetas, aqueles planetas fora de nosso sistema solar que orbitam em torno de outras estrelas, mas não do sol.

Na verdade foram 301 exoplanetas recém-validados e que agora se juntam e somam a multidão de 4.569 planetas que orbitam uma infinidade de estrelas distantes. Como os cientistas descobriram um número tão grande de planetas aparentemente de uma só vez? A resposta está em uma nova rede neural profunda chamada ExoMiner. Ela alavanca o supercomputador Pleiades da NASA e pode distinguir exoplanetas reais de diferentes tipos de impostores, ou “falsos positivos”.

O telescópio espacial foi projetado para rastrear uma área do céu 400 vezes maior do que aquela coberta pela missão Kepler recentemente aposentada, que buscava planetas do tamanho da Terra orbitando estrelas. “Meu trabalho é ver as curvas de luz do satélite e tentar detectar se essas curvas representam um planeta ou não usando algoritmos de computador”, disse Gerum em entrevista para o jornal da Rutgers.

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