Calasans na nova turnê de Djavan
Vai ter jundiaiense no palco da celebração dos 50 anos de carreira de Djavan, que vai percorrer o Brasil com o show “Djavanear – Só Sucessos”.
Ícone da música brasileira, Djavan estreia a nova turnê em maio de 2026 e vai passar por 11 cidades, entgre elsa São Paulo – no Allianz Parque.
No repertório, estarão cerca de 25 canções que atravessam todas as fases da discografia do cantor e compositor alagoano — um verdadeiro passeio pelos clássicos que marcaram gerações, como “Oceano”, “Flor de Lis”, “Se…”, “Pétala”, “Samurai” e “Eu Te Devoro”.
Auto-didata no piano, Paulo Sérgio Vergínio Calasans vem de uma família de instrumentistas, e hoje é considerado um dos mais respeitados músicos e produtores do mercado brasileiro.
Nascido em 14 de janeiro de 1958, começou no violino por influência de seu pai – seu Geraldo tocou durante décadas no Pio X -, mas na adolescência conheceu o piano e nunca mais parou de dedilhá-lo. Em 1973 integrou A Kripta em sua primeira formação.
Nos anos 70 já tocava profissionalmente e nos anos 80 começava a ganhar fama com trabalhos juntos ao Grupo Luni, de Marisa Orth, e Os Mulheres Negras.
Foi ao lado de Nico Assumpção, Paulo Belinatti e Duda Neves que as portas do mundo se abriram ao talento do jundiaiense como destacado pianista, tecladista e arranjador. De 1981 a 85 acompanhou Sá e Guarabira.
Em 1988 entrou para a banda de Djavan, uma parceria que segue até hoje – se apresentou na cidade, na Esportiva, em 2000 -, embora não exclusiva. Já trabalhou com Roberto Carlos, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Rita Lee, Zélia Duncan, Ana Carolina, Beto Guedes, Alexandre Pires, Ivete Sangalo, Jorge Benjor e João Bosco, entre outros. Destaque ainda para a parceria com o também jundiaiense Cláudio Nucci.
Calasans já atuou como maestro também e tem participações em álbuns ganhadores de Grammy Americano e Latino e discos de ouro no Brasil. Já excursionou para dezenas de países. Ele mora no Rio de Janeiro.
Uma curiosidade: ele já foi sócio de bares na cidade, o Box 39 e o Zé do Papaguaio.
