Tem vaquinha para ajudar o Zetti
Zetti, vocalista e líder do Sombra e Água Fresca, aos 70 anos, busca conseguir dinheiro para tratamento de câncer de próstata. Sem plano de saúde, diz que a fila do SUS é muito grande e que não tem tempo para esperar por uma cirurgia.
Zetti é nascido em Jundiaí, criado na Rua Brasil, e foi revelado em um festival de música da Escola Estadual Paulo Mendes Silva, na adolescência.
Desde os 17 anos se lançou a cantar. Foi no Clube São João sua estreia nos palcos, interpretando um sucesso de Elton John, quando foi convidado a integrar o conjunto Os Universais.
Ele lembra que a música veio como herança de seu pai, o King, do Conjunto Regional, assim como também o prazer em usar chapéu e boné — tem coleção deles.

Seu nome está intimamente ligado aos da Orquestra City Swing, Samba e Água Fresca e Sombra e Água Fresca (mudança de nome por conta da variedade de ritmos que passou a tocar).
Com a City Swing, viajou o Brasil e, com o Samba e Água Fresca, foi até se apresentar no Canadá. Em entrevista à TV Mais Brasil, no programa de Glauco Camargo, disse que a City Swing foi sua grande escola: “Foram 9 anos e aprendi a cantar em francês, espanhol e outros idiomas. Foram bailes inesquecíveis. A ida a Toronto foi um momento mágico.”
A Samba nasceu para apresentações no Restaurante A Cabana, que ficava no Jardim Tarumã. Dali eles foram para a San Remo, que inauguraram e, por 4 anos, animaram a festa na Avenida 9 de Julho, sob o pontilhão da Avenida Jundiaí, casa de Luizinho Panzonatto, o apelidado Rei da Noite.
Vieram os barzinhos, em especial o Carinhoso, novas casas noturnas, a troca de nome para Sombra em 1985 e as folias de Carnaval, com duas bandas diferentes para animar dois clubes, a pincipal no Grêmio C.P. — metais, baixo, guitarra, bateria e percussão para tirar o público do chão.

Zetti foi casado com a também cantora Zezé, sua sócia ainda hoje no Sombra. Sua esposa é Luciana, que era bailarina do grupo. São 8 filhos e netos.
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