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Nos bastidores do almaço do Rotary Club de Jundiaí Leste para o Braille

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2 de março de 2020
Dezenas de voluntários trabalharam para a realização da Bacalhoada Humanitária

Edu Cerioni

A 2ª Bacalhoada Humanitária começou a ser preparada há quase um ano. Não a comida, claro, mas os detalhes para que tudo desse certo outra vez. Foram diversas reuniões, com a divisão de tarefas até que se comemorasse o sucesso neste domingo (1º de março).

Encerrada a primeira edição, em 2019, imediatamente a segunda passou a ser planejada por Claudio Garcia Gomes e outros membros do Rotary Club de Jundiaí Leste. E com o mesmo objetivo: conseguir arrecadar verba para ajudar na manutenção do Instituto Jundiaiense Luiz Braille de Assistência ao Deficiente da Visão. Deu tudo muito certo!

Ano passado, o almoço rendeu R$ 24 mil com 260 convidados, número que será superado agora, quando 300 convites foram vendidos, além de pães e também caixas do doce pastel de Belém. E mais: a verba arrecadada com a venda de vinho e outras bebidas irá para o Lar dos Idosos Nossa Senhora das Graças.

A bacalhoada teve apoio do Tauste Supermercado, Vinagre Castelo e contou com dezenas de voluntários, rotarianos e seus familiares, amigos do Braille e outros que dedicaram horas de trabalho desde a sexta-feira, carregando mercadorias e especialmente na cozinha entre 8 e 20 horas, no sábado e no domingo, quando também fizeram serviço de salão no Clube Jundiaiense - com mesas enfeitadas com vasinhos de flores.

Um 'exército' comandado pelos chefs Ricardo Savoy, Sandra Romansini, Simone Borsolari e Thaís Kamura preparou só de bacalhau em posta algo na casa de 90 quilos, sendo que muitas mãos foram necessárias para tirar seus espinhos, além de facas e até alicate.

De alho foram mais de 40 quilos, o que consumiu horas no fogo para que fosse confitado. Teve pimentão, quilos e mais quilos, vermelho e amarelo, primeiro lavado, depois levado ao forno para facilitar a retirada da casca, sendo que só então foi aberto ao meio, lavado de novo para retirada das sementes e, finalmente, picado. Dá para imaginar a trabalheira que é.

E olha que nem vou contar sobre batata, cebola, ovo, brócolis, berinjela, azeitona verde e preta, pimenta dedo-de-moça, azeite português, sal, arroz etc. Tudo medido em muitos quilos ou muitos litros. Inclusive litros de álcool, já que todas as taças, talheres e pratos depois de lavados e secos, receberam a higienização com álcool.

Ah!, até macarronada com molho e queijo para crianças e os que não gostam de bacalhau foi feita.

Veja fotos de parte dos voluntários:

Fotos: Edu Cerioni
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