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CONSCIÊNCIA NEGRA – Mulher mais votada é negra e ficou sem vaga na Câmara

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20 de novembro de 2020
Mariana Janeiro ficou em décimo lugar entre os mais de 400 candidatos deste ano

Em décimo lugar nas eleições de domingo passado (15), Jundiaí viu Mariana Janeiro, do PT, receber 2.918 votos e ainda assim ficar sem uma cadeira na Câmara Municipal.

Doze que foram menos lembrados do que ela nas urnas vão assumir em 2021, coisas do chamado coeficiente eleitoral, que também tirou a chance de estreia no Legislativo do Movimento Cardume. Em 2018, ela tinha recebido 10.852 votos na tentativa de se tornar deputada.

Na Facebook, Mariana escreveu que "fui a mulher mais votada de Jundiaí. Uma mulher negra, com uma campanha explicitamente petista, feminista e socialista, e com um projeto de política popular foi a candidata mais votada de uma cidade tão decididamente reacionária. É muito, é importante e, por isso, muito obrigada a todos e todas". Mas avisou: "É muito, mas não é o suficiente... o campo de esquerda não pode simplesmente aceitar a narrativa de que sai 'fortalecido' e não podemos cair no lugar confortável - e de inércia".

(Leia na íntegra no Facebook o que ela fala sobre a nova Câmara ainda mais alinhada ao prefeito reeleito, porque acredita que a única mulher eleita vai votar como se fosse mais um homem e suas ideias de fortalecimento para a oposição.)
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Por Cláudia Bergamasco
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