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Samu soma mais de 800 atendimentos pela Covid-19 desde 13 de março

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2 de julho de 2020
Média diária vem subindo bastante e na última semana chega a 20 ocorrências

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Jundiaí divulga já ter prestado cerca de 800 remoções durante a pandemia da Covid-19.

O primeiro atendido pelo serviço foi no dia 13 de março. Atualmente, o serviço recebe de 16 a 20 chamadas diárias referentes ao novo coronavírus.

O coordenador médico da unidade em Jundiaí, Dr. Mario Jorge Kodama, conta que "o atendimento ao paciente com Covid é diferenciado".

Ele fala o que ocorre de diferente no antes: "o colaborador já tem que sair da base paramentado, com todos os equipamentos de proteção individual, o que vai garantir a sua própria segurança e a do paciente. Essas ações demandam mais tempo do que o normal em saídas para ocorrências".

A prestação do atendimento também muda: "No local, nós realizamos uma avaliação clínica e levamos esse paciente para a única referencia de atendimento público para coronavírus na cidade, que é o Hospital São Vicente".

No retorno o trabalho é grande também: "Quando a viatura retorna para a base, é necessário fazer a descontaminação, um processo minucioso de limpeza da maca e de tudo que tem dentro da viatura, para garantir que aquele ambiente esteja adequado para atender a próxima ocorrência, que pode ser covid ou não. Só o processo de higienização rigorosa leva em média 40 minutos".

O coordenador médico do serviço que funciona 24 horas chama a atenção para o fato de que o telefone 192 não deve ser utilizado para tirar dúvidas sobre a doença. "É importante que a população se conscientize dessa questão e utilize o número 136, que foi disponibilizado pelo Ministério da Saúde para esclarecimentos de todos os tipos de dúvidas relacionadas à Covid-19 ou o 156, da Prefeitura Municipal de Jundiaí".

O Samu Jundiaí conta com sete pessoas no atendimento telefônico, três realizando o primeiro contato e em menos de um minuto o solicitante já está conversando com um dos três médicos reguladores, que identificam a urgência da ocorrência e avaliam a necessidade do deslocamento das viaturas, feito por outro membro da equipe. "Em média, 50% dos casos são resolvidos via telefone, com a orientação do médico para o familiar ou para o paciente que, muitas vezes, não necessita ir até o hospital ou, se eventualmente precisar, consegue ir por meios próprios. Isso garante que em casos realmente graves, nós tenhamos ambulâncias disponíveis na base", diz.

O médico também explica que os trotes, crime previsto pelo artigo 266 do Código Penal, atrapalham o bom funcionamento do serviço.

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