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Morre Zé do Caixão. Jundiaiense seria seu sucessor?

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19 de fevereiro de 2020
José Mojica Marins tinha 83 anos e foi embora dizendo que Toninho do Diabo é doido

O ator, diretor e roteirista Zé do Caixão morreu nesta quarta-feira (19) sem ter deixado seu sucessor. Para ele, em entrevista de 2013 para a "Folha de São Paulo" e depois outra de 2016 ao jornalista Heitor Freddo, o jundiaiense Toninho do Diabo não poderia ser levado a sério.

"Ele (Toninho) fala que no ventre da mãe já escreveu a 'Bíblia do Diabo', isso não tem cabimento". José Mojica Marins, no entanto, reconheceu em Antonio Firmino um amigo. Os dois ilustram histórias na revista de terror "Contos do Absurdo".

Zé do Caixão dirigiu 40 produções e atuou em mais de 50 filmes. Foi em 1964, com o filme "À meia-noite levarei sua alma", que ganhou o apelido que o deixou famoso dentro e fora do Brasil. Nos Estados Unidos, ele ficou conhecido como “Coffin Joe”.

O personagem surgiu para ele durante um pesadelo, em que um homem de capa preta o arrastava para um túmulo. Sua biografia que Zé do Caixão é um “homem sem crenças, não acredita em Deus nem no Diabo, só acredita nele mesmo, acha que é o único que pode fazer justiça”.
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